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A tradição do xadrez e da chita nas festas juninas.

Considerada uma das festas mais populares do Brasil, as festas juninas são celebrada do norte ao sul do nosso país. E apesar de parecer uma comemoração tipicamente brasileira, ela é, na verdade, original da Europa.

A  data era celebrada para marcar tanto o início do verão, como o das primeiras colheitas. Ou seja, era uma data para festejar a fertilidade e a fartura da vida. Posteriormente, no século VI, a Igreja Católica assimilou essa celebração, comemorando dia 24 de junho como aniversário de  São João Batista.

No período colonial, as festas junina aportaram no Brasil e se tornaram bastantes populares. E sendo junho a época da safra do milho,  boa parte das comidas passou a levar o cereal.

Além disso, também se evidenciam os trajes típicos , cuja origem remete à corte portuguesa do período colonial. Foram eles que trouxeram as quadrilhas para o Brasil, tipo de dança originada em Paris, no século XVIII.

Como resultado do mix de criatividade e necessidade do nosso povo, surgiram os trajes típicos da comemoração iguais a que conhecemos hoje em dia.

Os tecidos mais utilizados para compor o visual do arraiá, são  xadrez e a chita. Vamos conhecer um pouco da origem de cada um deles.

Xadrez – Um clássico que não pode faltar na festa.

Conhecido como tartan no século XVIII, usado para representar os escoceses. Ao chegar no Brasil, o tecido se tornou comum como vestuário rural, se espalhando por todo o país. Sendo, em seguida, adaptado à festa junina, para ilustrar a figura do homem do campo e do interior.

A origem da estampa não tem, a princípio, ligação com as Festas Juninas. Ela é bastante incerta e há registros antigos em diferentes civilizações, sendo possível encontrar traços na cultura celta e nos clãs britânicos.

A diferença entre os tipos de xadrez está no formato, na frequência e no tamanho das linhas. Cada xadrez tem sua características.

E a origem da chita?
A trajetória da chita teve início no século 15, na Índia. A viagem do tecido foi iniciada por meio da Companhia da Índias Orientais, que importava o tecido, juntamente com especiarias, como cravo, canela e pimenta.
A intensidade das cores é uma forma de disfarçar a transparência do tecido, gerada pela forma como os fios são trançados.  Atualmente, ela tem sido utilizada mais na decoração, em poltronas, cortinas e até papel de parede.

O tecido chita, chitinha ou chitão, tem cores fortes e estampas florais chamativas. Elas estão presentes nas festas populares, como carnaval e São João. É encontrada a um preço acessível nas casas de tecidos e aviamento do centro, como a Avil,  Costa Junior ou GA Mais.

E pra finalizar tem que ter fitas, laços, adereços e enfeites que você encontra no Armarinho Ivo, Cia da Miçangas, Casas Lapa, no Mercado São José, Casa da cultura e tantos outros estabelecimentos, aproveitando a variedade, exclusividade e a economia que só no centro tem.

Seja qual for sua escolha do tecido, o importante é fazer as compras no centro do Recife e aproveitar o São João arretado de bão!!
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