Última atualização: 06 fevereiro 2021 - 14:39

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  • Varejo

    Farmácia Dr. Sabino Pinho: resistência e tradição no Centro do Recife

    Quem transita pelas ruas do Centro do Recife certamente conhece a Farmácia Dr. Sabino Pinho como ponto de referência e sinônimo de tradição. Em funcionamento há 172 anos, a empresa foi a grande responsável pela popularização da homeopatia na capital pernambucana e vem sendo comandada pela mesma família há gerações. Abriu as portas em 1848, quando seu fundador, o médico Sabino Olegário Ludgero Pinho, entusiasta das terapias homeopáticas, introduziu a prática em Pernambuco. Ele mesmo, formado em medicina em Salvador (BA), tinha sido tratado de uma grave pneumonia com homeopatia, no ano anterior. Custou a acreditar na eficácia do tratamento até testemunhar seus efeitos na própria pele. E, a partir de então, passou a doutrinar a esse favor.   Hoje, a Farmácia Dr. Sabino Pinho, que resistiu à passagem implacável do tempo e a diferentes crises econômicas e sociais nos últimos quase duzentos anos, é comandada por Luiz Sabino Pinho Júnior, tetraneto do fundador. Seu Lula, como é conhecido pelos comerciantes do Centro do Recife, está se preparando para “passar o bastão” para sua filha, a farmacêutica Rachel Peregrino Sabino Pinho Leão, que assumirá em breve os negócios da família. Disciplinado e trabalhador, Lula credita na conta da personalidade forte de seu pai, que se recusou a fechar as portas da farmácia durante seus anos de pior faturamento. “Ele não aceitava fechar, mesmo operando no prejuízo”, lembra. E se orgulha dos resultados das últimas quatro décadas, quando a empresa saiu do vermelho e voltou a ser o principal sustento dos herdeiros de Sabino Pinho. “Faz mais ou menos 40 anos que deixamos de operar no prejuízo. É a farmácia que mantém nossa família há gerações”, ressalta.   O serviço dos Sabino Pinho pode ser contratado por encomenda, através do telefone. Ou, ainda, ser solicitado para pronta entrega: em cerca de 20 ou 30 minutos, o cliente que chega à farmácia sai com seu remédio em mãos. Atrás do balcão, Seu Lula testemunhou mudanças de comportamento, figurino e hábitos de consumo da sociedade pernambucana. Viu, ainda, seu público mudar de perfil. “Antigamente, quem mais recorria à homeopatia era a classe C. Hoje em dia, 95% das nossas vendas são para as classes A e B”, observa o comerciante. Foi com ele que nós conversamos para entender melhor a dinâmica da Farmácia Sabino Pinho, as perspectivas para o futuro da empresa e, mais especialmente, sua história de resistência e tradição. Confira:   Recife Centro: Quem cuida da administração da farmácia atualmente? Luiz Sabino Pinho: Eu e minha filha, Rachel Peregrino Sabino Pinho Leão. Estamos administrando o negócio da nossa família, que nunca saiu dela, desde 1848. Rachel é farmacêutica e vai cuidar da farmácia, assim como a sua filha e as filhas e sobrinhas que virão depois dela. Daqui para a frente, a Sabino Pinho será das mulheres.   Recife Centro: E quantos colaboradores atuam hoje na Farmácia Dr. Sabino Pinho? Luiz Sabino Pinho: Somos cinco. Eu, Rachel e mais três funcionários.   Recife Centro: A história da Farmácia Dr. Sabino Pinho se confunde com a história da homeopatia em Pernambuco. Percebe uma aceitação maior dos tratamentos homeopáticos no decorrer das últimas décadas? Luiz Sabino Pinho: Sim, muito. Principalmente nas últimas décadas e sobretudo entre as classes com maior poder aquisitivo. Antigamente, a homeopatia era mais aceita entre as pessoas da classe C. Hoje, 95% da nossa clientela pertence às classes A e B.   Recife Centro: E qual o papel da Farmácia Dr. Sabino Pinho na popularização desse tratamento? Luiz Sabino Pinho: Foi fundamental. Está há 172 anos funcionando, isso fez com a homeopatia se consolidasse no estado. E foi através da Sabino Pinho que a homeopatia foi ganhando lugar por aqui. Antigamente, sequer tínhamos médicos homeopatas. Não havia mercado para esse tipo de tratamento. Hoje, temos médicos homeopatas e muitos entusiastas da homeopatia.   Recife Centro: Em linhas gerais, qual o segredo para se manterem frente a centenas de concorrentes que surgiram ao longo dos anos? Luiz Sabino Pinho: Na realidade, devo isso a meu pai. Trabalhamos duro por muitos anos, sem lucro, operando no vermelho. Mas ele insistia, era teimoso, não aceitava fechar a farmácia, mesmo no prejuízo. E foi graças à persistência dele que nos mantivemos de pé.    Recife Centro: Na condição de pioneiros no setor de homeopatia, como encaram a concorrência, que se multiplicou ao longo das décadas? Luiz Sabino Pinho: É verdade, a concorrência aumentou muito ao longo dos anos. Mas mantivemos nosso trabalho, seguimos trabalhando, concentrados nisso, na nossa tradição. Não pensamos na concorrência com sentimento negativo. Tem espaço para todo mundo viver.   Recife Centro: E como tem sido o ano de 2020 para os negócios da Farmácia Dr. Sabino Pinho? Como vocês têm enfrentado os desafios deste ano atípico? Luiz Sabino Pinho: O ano de 2020 mexeu com todos nós… essa pandemia da Covid-19 virou o mundo do avesso. O faturamento caiu muito, precisamos fechar as portas temporariamente, como todo o comércio, mas sobrevivemos. E vamos levando.   Recife Centro: Qual a importância da Farmácia Dr. Sabino Pinho para a história pernambucana e qual a principal herança deixada por seu fundador? Luiz Sabino Pinho: O principal foi a popularização da homeopatia, a aceitação desse tipo de tratamento por parte da população. Antigamente, não se falava no assunto, nem todos acreditavam. Graças ao Dr. Sabino Pinho, isso mudou.    Recife Centro: E quais as principais mudanças na dinâmica de funcionamento da farmácia ao longo das décadas? Luiz Sabino Pinho: Nos últimos anos, a principal mudança foi a chegada dos serviços de entrega, o delivery. Hoje, a maioria dos nossos clientes é atendida através de entrega. Eles fazem suas encomendas por telefone e recebem em casa. Aproximadamente 80% dos nossos pedidos têm sido feitos assim. Em paralelo a isso, o grande fluxo de pessoas circulando pelo Centro da cidade também ajuda a movimentar os negócios.   Recife Centro: Quais os seus desejos para o futuro da farmácia? E para o futuro do Recife? Luiz Sabino Pinho: Não sei dizer o que espero do futuro da farmácia… isso agora é com Rachel. Tenho 71 anos, estou há mais de 50 anos trabalhando aqui. Preciso descansar, vou me retirar e ela vai dar continuidade à operação. O futuro é com ela. Para o Centro do Recife, por outro lado, eu sei o que eu desejo. Desejo que os governantes cuidem bem dessa região histórica, que as pessoas tenham carinho e cuidado com o Centro. Precisamos cuidar dessas ruas, atrair mais pessoas para cá. Torço por mais iniciativas de valorização do Centro da cidade, como o projeto Recife Centro.   Recife Centro: E qual o seu sentimento em relação à sua trajetória na Farmácia Dr. Sabino Pinho, agora que planeja se aposentar? Luiz Sabino Pinho: Sentimento de dever cumprido. A empresa é um feito do meu tetravô, o fundador. E fico feliz porque resiste há 172 anos e, agora, posso passar para meus descendentes. Isso significa que há seis gerações nós mantemos o patamar do nosso negócio, a qualidade do nosso produto e do nosso serviço. Não vou dizer que me sinto orgulho, não é questão de orgulho, mas me sinto realizado. De ter passado por todas as crises que passamos. E ver nosso comércio de pé.    

  • Mercado de São José: tudo sobre o mercado do centro

    O primeiro mercado público do Recife – dos 24 em atividade atualmente – é o Mercado de São José. Antes de seu surgimento, no século XIX, a capital pernambucana passava por uma transformação urbana com influências nas arquiteturas francesas modernas.  É nesse contexto que os mercados públicos chegaram com o objetivo de estreitar o relacionamento entre o comércio e a população, ligação que se fortaleceu ao longo dos anos. Até a inauguração do São José, em setembro de 1875, Recife possuía prédios e ruas no estilo arquitetônico semelhante à Paris: avenidas largas e mercados de ferro, pensados por arquitetos e engenheiros franceses.  A nova cara do Recife era lapidada no estilo neoclássico pelo engenheiro Louis Léger Vauthier, nome responsável por projetos semelhantes como o Teatro de Santa Isabel, a Casa do Engenho Camaragibe e o prédio de ferro que seria conhecido mais tarde como Mercado São José, inspirado no mercado público de Grenelle, em Paris. Este último encomendado pela Câmara Municipal do Recife.    O terreno através dos anos Chamado de Terreno (ou Sítio) dos Coqueiros e depois Ribeira dos Peixes, o terreno onde passam milhares de recifenses na atualidade pertencia a Belchior Alves e Joana Bezerra, um casal que, em 1655, repassou as terras para padres capuchinhos.   Antes da movimentação gerada pelo comércio dos mercados na Praça Dom Vital, no bairro de São José, o local agora era conhecido como Ribeira de São José. O ano era 1787 e em nada parecia com a grande rede de troca de produtos que vemos hoje.  No passado, tudo que se vendia pelas bandas do Recife era um punhado de frutas e verduras, no que se entendia agora como Mercado da Ribeira. Este retrato do Recife perdurou até 60 anos antes da grande inauguração do primeiro mercado de ferro no país. Foi em 1871 que a Câmara de Municipal do Recife solicitou o começo do projeto liderado por Louis Léger Vauthier, que demoraria quatro anos até sua finalização.    As reformas do Mercado de São José O Mercado de São José tem um grande histórico de reformas e interrupções de funcionamento. No começo, ainda que a arquitetura tenha sido pensada no estilo parisiense, modificações foram feitas por Vauthier a fim de que o projeto se adequasse mais ao clima tropical.  Mas foi em 1906 que as atividades do Mercado tiveram que ser contidas por 10 meses para uma nova reparação estrutural. Outra, em 1941, foi feita para substituir as venezianas de madeira por cobogós de cimento. As venezianas, vindas também da Europa, é o nome dado para as frestas de entradas de ar, vistas por aqui também em cortinas no material de aço, madeira ou metal.  A ideia de trocar as venezianas por cobogós – elementos vazados que completam a parede –, além do material mais resistente, deixou o Mercado com maior ventilação para a parte interna do edifício. De 1989 até 1994 o Mercado foi novamente fechado por causa de um incêndio que destruiu parte do local e precisou de restauração durante esse período. Um dos últimos reparos registrados foi em 1998.  Depois de reformas e reparações, o Mercado de São José abrange, hoje, 3.541 metros quadrados. São 377 compartimentos de produtos divididos em dois pavilhões e distribuídos ao longo de 34 barracas internas para alimentos e mais 70 no entorno da calçada externa.   Com mais de um século de existência, o Mercado São José foi reconhecido e tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).    Evolução do comércio no Mercado de São José O pequeno comércio que antigamente vendia bananas, laranjas e raízes, agora se impõe como centralizador de produtos de artesanato, diversificando a confecção com materiais de couro, tecido, barro, palha e corda. Salvo trabalhos manuais, o lugar também chama atenção pela grande movimentação de venda de peixes como corvina, atum, cioba, albacora, agulhão e tainha.  Os crustáceos também tem vez no Mercado São José, ofertando camarões de vários tipos e com preços acessíveis. Carnes e cereais diversos também são encontrados à venda. Ao todo, mais de uma tonelada de produtos alimentícios são vendidos por semana.     Revitalização e qualidade de trabalho O Mercado São José abraça centenas de trabalhadores informais anualmente e um dos assuntos que mais entram em pauta entre eles é a falta de segurança, organização e limpeza do espaço público. Não é novidade que o furto de mercadorias no local acontece de forma corriqueira, um problema que afeta diretamente o bolso do trabalhador. Outro ponto a ser melhorado é a revitalização das ruas e calçadas do entorno, deixando de ser somente uma questão de estética para atingir a necessidade de quem utiliza o espaço para a locomoção e trabalho. Não deixe de conhecer o Mercado de São José e outros locais importantes da história de Pernambuco. A Casa da Cultura, no centro do Recife, também é uma ótima opção para conhecer a tradição do estado.    Serviço: Mercado de São José Praça Dom Vital, bairro de São José Segunda à sábado: 06h às 18h Domingo: 6h às 12h  

  • Gastronomia

    Bares em Recife: conheça os bares favoritos dos amantes da boemia

    Da clássica cervejinha gelada ao coquetel com frutas da estação, não faltam opções de bares em Recife para os amantes da boemia. Há opções para os amantes do whisky, da piña colada, das cervejas artesanais, da tradicional caipirinha de limão. Mesas e cadeiras na calçada, música ao vivo e uma culinária diversificada estão entre os pontos fortes da vida noturna na capital pernambucana. Ideais para pernambucanos e turistas que estejam à procura de um ponto de encontro com os amigos para a confraternização depois do expediente ou interessados em conhecer mais a fundo a cidade, os barzinhos locais têm cardápio democrático para agradar a turma toda. Não tem semana difícil, bronca do chefe ou dívida em aberto que não possam ser momentaneamente esquecidas com uma cerveja na temperatura certa e um filé com fritas caprichado. Em boa companhia, então, melhor ainda. As opções pelo Centro do Recife são muitas, das informais às alternativas. Para facilitar sua escolha antes do próximo happy hour, preparamos uma lista de endereços que valem o brinde para você conhecer. Altar Cozinha Ancestral Rua Frei Cassimiro, 449, Santo Amaro Comandado pela chef Carmem Virgínia, o Altar funciona para almoço e jantar. É marcado por pratos bem servidos, culinária criativa e menu marcado por afetividade. Além das caipirinhas e sobremesas dignas de nota é especializado em iguarias da culinária tipicamente brasileira e em frutos do mar. Além de estar entre os mais elogiados na lista de bares em Recife, oferece uma ótima oportunidade de imersão em símbolos da cultura africana e afro-brasileira, já que santos e orixás se misturam na decoração do ambiente. Bar Central Rua Mamede Simões 144, Santo Amaro Um dos redutos mais populares da cena alternativa e intelectual da cidade, é parada obrigatória para quem está disposto a conhecer a noite recifense. Fundado em 2004, tem amplo horário de funcionamento, abrindo ao meio-dia e fechando as portas por volta das duas da madrugada. As mesinhas na calçada são destaque do happy hour no Central e facilitam o encontro entre conhecidos que estejam no bar ou circulando de passagem pela Mamede Simões, inclusive a caminho de outros bares em Recife. Aposte no arrumadinho pernambucano, no frango ou filé à parmegiana e, claro, no filé com fritas, que não pode faltar. Bar da Morgana Rua do Riachuelo, Edifício Walfrido Antunes, 436, Boa Vista Cuidado para não se confundir: o Bar da Morgana também é conhecido como A Barraca ou Bar do Felipe. Ideal para tomar uma cerveja com os amigos na calçada e petiscar. Simples e assertivo. Ao ar livre, é perfeito para contemplar a noite recifense e observar o movimento de carros e pessoas pela região. Aposte em petiscos tradicionais da culinária de boteco acompanhados de cerveja bem gelada. Não se esqueça, ainda, de conferir os jogos e fliperama oferecidos no local. Diversão e nostalgia garantidas. Chê Bar e Comedoria Rua Princesa Isabel, 207, Santo Amaro Para quem está à procura de um barzinho onde se sentir à vontade, como se estivesse em casa, e curtir um menu com preço camarada, o Chê Bar e Comedoria é o lugar ideal entre os bares em Recife. Boa opção para um bate papo descontraído com a turma de amigos, os colegas do trabalho, do cursinho, da faculdade… Aposte em petiscos regionais e uma cervejinha ou caipirinha para acompanhar.   Babylon Station Rua da Alfândega, 35, Bairro do Recife Já pensou em curtir um chopp sentado numa cadeira de praia em plena noite recifense? No Babylon Station, inaugurado em 2019 no térreo do Shopping Paço Alfândega, no Bairro do Recife, a proposta segue esse caminho. Cadeiras de praia, mesas palitos e outros pontos de apoio informais são distribuídos na rua lateral do centro de compras. Aposte nos chopps artesanais em formato self-service, disponíveis em estações para recarga do copo. Clima leve, descontraído e com cardápio democrático no estilo burger & beer. Terra Café Rua Bispo Cardoso Ayres, 467, Boa Vista Mais um ponto de encontro obrigatório no roteiro de bares em Recife para a cena alternativa e artística local. Perfeito para quem procura um lugar onde apreciar uma cervejinha gelada e, ao mesmo tempo, discutir sobre literatura, teatro e a produção musical local. Aconchegante, costuma receber artistas pernambucanos para lançamentos de projetos autorais. Tem uma atmosfera caseira, com proposta de quintal, o que rende elogios ao ambiente. Lisbela e Prisioneiros Bar Pátio de Santa Cruz, 438, Boa Vista Procurando por um barzinho com área ao ar livre, mesas na calçada e frequentado tanto por locais, como por turistas? O Lisbela e Prisioneiros é uma boa opção. Aposte na cerveja gelada servida no tradicional copo americano e petiscos tradicionais, como filé com fritas, camarão à milanesa e caldinho de feijão. Mustang Bar Rua José de Alencar, 44 Além de restaurante com opções à la carte e self-service, o Mustang Bar é ponto de encontro para recifenses à procura de um happy hour que não lhes deixe na mão. Frequentado por faixas etárias diversificadas, é uma boa pedida para uma cerveja pós-expediente e ainda oferece vista privilegiada da Avenida Conde da Boa Vista, uma das principais e mais movimentadas da cidade. Deu sede, não deu? Agora é hora de conferir pessoalmente os bares em Recife que destacamos no nosso roteiro. Chame os amigos para um happy hour ou marque aquele encontro a dois para aproveitar em boa companhia o que a noite recifense tem para oferecer.