Última atualização: 04 fevereiro 2021 - 13:10

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Sábados: 17:30-14:30h

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  • Estamparia: saiba como compor looks com estampa

    Nada como vestir uma roupa estampada para jogar o astral da gente lá para cima, certo? Quem caminha pelo Centro do Recife sabe que não faltam opções nas vitrines para quem curte peças coloridas e cheias de personalidade. Flores, estrelas, folhagens, frutas, animais, formas geométricas… As estampas estão por toda parte, têm tudo a ver com o clima ensolarado da nossa cidade e a moda local. Mas são tantos elementos e cores diferentes que, às vezes, pode ser até difícil escolher a estampa ideal. Qual é a mais adequada para uma ocasião formal? Qual valoriza o seu corpo? Qual vai combinar melhor com a cor da sua pele e cabelo? Como misturar duas estampas numa produção só? Para responder tudo isso, preparamos uma lista com tudo o que você precisa saber sobre como compor looks com estampa sem nunca mais errar na mão. Roupa estampada combina com qualquer ocasião? A resposta pode parecer óbvia: depende da estampa e depende da ocasião. Mas, calma, vamos detalhar tudo para você. Estampas em tamanhos menores são consideradas mais elegantes e, por isso, combinam com ocasiões mais formais. Elas podem, inclusive, ser usadas com mais facilidade no ambiente de trabalho. Neste caso, para não ter erro, uma boa ideia é combinar a peça estampada a uma peça neutra. E como escolher a cor desta peça neutra?, você pode estar se perguntando. Simples: aposte numa cor universal (preto, branco ou azul-marinho, por exemplo) ou repita uma das cores predominantes na estampa que você escolheu. Para casamentos, bailes de formatura, batizados e outros eventos sociais mais tradicionais, opte por estampas que tenham até três cores. Assim, você não corre o risco de exagerar na dose e chamar muita atenção. Estampas com predominância de tons escuros são ainda mais elegantes. Que tal um vestido de fundo preto com estampa floral? Estampa emagrece ou engorda? Como valorizar meu corpo? Simples: use a estamparia como recurso para atrair atenção para as partes do seu corpo de que você mais gosta. Ao invés de se preocupar em esconder o que você não gosta, se concentre no que mais admira em si mesma. É isto que você precisa destacar. Se você quer realçar os quadris, por exemplo, use saias e calças com estampas largas e cores claras. Isso provoca a sensação de maior volume e dá destaque à região. De uma forma geral, as estampas de maior tamanho – sejam flores, formas geométricas ou motivos tropicais – causam a impressão de maior volume. E as estampas de menor tamanho, por estarem distribuídas com maior distanciamento ao longo do tecido, fazem as medidas do corpo parecerem menores. Ou seja: se quer parecer mais magra, aposte em estamparia de menores proporções. Eu posso combinar duas peças de roupa estampadas? Como? Claro que pode! O segredo é harmonizar a combinação através de suas cores principais. Para não ter erro, analise os tons predominantes numa estampa e repita na outra. Assim: digamos que você escolha uma blusa de fundo preto estampada com girassóis, por exemplo. Neste caso, a calça ou saia para complementar o look deverão seguir esse mesmo padrão, com estamparia predominantemente preta ou amarela (cores que se destacam na estampa da blusa).   Vale apostar, ainda, em estampas mais neutras, com elementos como listras ou xadrez, seguindo sempre o mesmo truque de repetir os padrões de cores. Na dúvida, prefira listras em preto e branco, que são versáteis e universais. Ao combinar estampas, lembre-se de complementar o look com cinto, sapato e bolsa neutros. Preto ou nude sempre caem bem. Além de investir em acessórios mais discretos, para não correr o risco de exagerar na produção. E a estamparia animal print, continua na moda? Sim, as padronagens animal print, que imitam a pele de animais como zebras, onças, cobras e leopardos, são atemporais. Isso significa que nunca vão sair de moda, mesmo que se destaquem menos em determinadas estações. Uma blusa com estamparia de oncinha, por exemplo, é uma peça-chave para se ter no armário, já que pode ser usada em diferentes ocasiões. Basta saber como complementar a produção. Para o dia a dia de trabalho, por exemplo, a estampa animal print pode ser associada a uma peça mais formal, como uma calça preta de alfaiataria ou um blazer de cor neutra. Para um passeio no fim de semana, a mesma blusinha cai bem com uma calça jeans e tênis branco. Para um encontro a dois, que tal uma saia preta e sandália nude? Para finalizar o look, cabelo preso, acessórios sóbrios e maquiagem neutra são uma boa pedida e agregam um toque de sofisticação. Mas qual estampa combina mais com minha pele e cabelo? Primeiro, vamos analisar o seu tom de pele, cabelo, olhos e sobrancelhas. De frente para um espelho, de preferência num cômodo com entrada de luz natural, você vai fazer uma rápida análise de coloração pessoal. Reflita sobre o que combina mais com você: acessórios dourados (tom quente) ou prateados (tom frio)? Roupas marrons (tom quente) ou pretas (tom frio)? Experimente diferentes brincos, colares e blusas, sempre posicionando as peças próximas ao seu rosto. Quais te deixam com aparência pálida? Quais fazem você parecer mais corada? Quais chamam mais atenção para as suas olheiras? E quais fazem seu sorriso parecer mais iluminado? Tome o tempo que precisar, sem pressa. Você pode anotar as respostas se preferir. Ao encontrar sua cartela de cor (fria ou quente), é só repetir essa combinação como uma receita de bolo. Priorize as estampas que melhor harmonizem com os seus tons naturais, cores quentes para cartelas quentes e cores frias para cartelas frias. Estampas azuis sobre um tecido preto, por exemplo, são ideais para quem tem pele e cabelo em tom frio, com maior contraste. Estampas de flores vermelhas sobre um tecido de fundo cor-de-rosa, por outro lado, combinam mais com quem tem paleta natural de tons quentes, com menor contraste. Agora que você entendeu tudo o que precisava sobre estamparia e já sabe como montar seu look estampado sem abrir mão da sua personalidade e sem exagerar na dose, confira nosso guia virtual para mais dicas de moda e descubra todas as lojas que o Centro do Recife tem para te receber.  

  • Utilidades Domésticas

    Variedade, qualidade e preço baixo: ruas para fazer compras no centro – Parte 1

    O centro do Recife é conhecido pela sua enorme riqueza e variedade comercial. Pense em qualquer produto ou serviço que você necessite. Pois é no centro que você vai encontrar! O vasto comércio abarca desde utilidades domésticas, vestuário, assistências técnicas de equipamentos, mercados públicos, restaurantes, movelarias, confecções, até os mais específicos como perfumarias, empórios, malharias e artigos religiosos. Nesse post nós separamos alguns dos pontos mais movimentados para você não deixar de visitar quando vier ao centro e garantir as melhores opções para fazer suas compras com maior facilidade. Então, se liga nessa lista.   Variedades - Rua Direita Uma das ruas mais movimentadas do centro da cidade, é onde encontra-se a maior variedade de lojas de diversos segmentos. Ali você encontra desde lojas de embalagens como a Uniplasticos, até produtos de beleza no Varejão dos Cosméticos. Se procura roupas para praticar exercícios, é na Rua Direita que você encontra a Cleiton Moda Fitness. Mas não para por aí, a rua abriga ainda loja de bolsas, flores artificiais, miudezas e muitos outros produtos. Quem vem ao centro certamente vai passar por esse lugar tão rico.   Óticas - Camboa do Carmo Algumas ruas se destacam pela concentração de lojas do mesmo segmento. A Camboa do Carmo é uma delas. Conhecida popularmente como rua das óticas, é uma referência para comprar óculos, lentes e outros acessórios ópticos. Ali ficam lojas como a Bella Ótica, Ótica Brasil ou ainda o Varejão dos Óculos. Na Camboa do Carmo também há um grande número de lojas de bijuterias e relógios, dois dos produtos mais procurados pelos frequentadores do centro.    Artigos para Festas - Rua das Calçadas Esse endereço é parada obrigatória para quem vem às compras. A Rua das Calçadas começa no Pátio do Livramento e vai até o Forte das Cinco Pontas. É nela que você vai encontrar a maior variedade de artigos para festas, fantasias, embalagens e bolsas. Danfest, Bellas Festas e Lojão das Festas são algumas das mais conhecidas. É na Rua das Calçadas que também encontra-se a Malharia Manchete, uma das mais tradicionais do centro em atividade há mais de 40 anos.   Gostou? Continue acompanhando nosso blog para mais conteúdos especiais.

  • Mercado de São José: tudo sobre o mercado do centro

    O primeiro mercado público do Recife – dos 24 em atividade atualmente – é o Mercado de São José. Antes de seu surgimento, no século XIX, a capital pernambucana passava por uma transformação urbana com influências nas arquiteturas francesas modernas.  É nesse contexto que os mercados públicos chegaram com o objetivo de estreitar o relacionamento entre o comércio e a população, ligação que se fortaleceu ao longo dos anos. Até a inauguração do São José, em setembro de 1875, Recife possuía prédios e ruas no estilo arquitetônico semelhante à Paris: avenidas largas e mercados de ferro, pensados por arquitetos e engenheiros franceses.  A nova cara do Recife era lapidada no estilo neoclássico pelo engenheiro Louis Léger Vauthier, nome responsável por projetos semelhantes como o Teatro de Santa Isabel, a Casa do Engenho Camaragibe e o prédio de ferro que seria conhecido mais tarde como Mercado São José, inspirado no mercado público de Grenelle, em Paris. Este último encomendado pela Câmara Municipal do Recife.    O terreno através dos anos Chamado de Terreno (ou Sítio) dos Coqueiros e depois Ribeira dos Peixes, o terreno onde passam milhares de recifenses na atualidade pertencia a Belchior Alves e Joana Bezerra, um casal que, em 1655, repassou as terras para padres capuchinhos.   Antes da movimentação gerada pelo comércio dos mercados na Praça Dom Vital, no bairro de São José, o local agora era conhecido como Ribeira de São José. O ano era 1787 e em nada parecia com a grande rede de troca de produtos que vemos hoje.  No passado, tudo que se vendia pelas bandas do Recife era um punhado de frutas e verduras, no que se entendia agora como Mercado da Ribeira. Este retrato do Recife perdurou até 60 anos antes da grande inauguração do primeiro mercado de ferro no país. Foi em 1871 que a Câmara de Municipal do Recife solicitou o começo do projeto liderado por Louis Léger Vauthier, que demoraria quatro anos até sua finalização.    As reformas do Mercado de São José O Mercado de São José tem um grande histórico de reformas e interrupções de funcionamento. No começo, ainda que a arquitetura tenha sido pensada no estilo parisiense, modificações foram feitas por Vauthier a fim de que o projeto se adequasse mais ao clima tropical.  Mas foi em 1906 que as atividades do Mercado tiveram que ser contidas por 10 meses para uma nova reparação estrutural. Outra, em 1941, foi feita para substituir as venezianas de madeira por cobogós de cimento. As venezianas, vindas também da Europa, é o nome dado para as frestas de entradas de ar, vistas por aqui também em cortinas no material de aço, madeira ou metal.  A ideia de trocar as venezianas por cobogós – elementos vazados que completam a parede –, além do material mais resistente, deixou o Mercado com maior ventilação para a parte interna do edifício. De 1989 até 1994 o Mercado foi novamente fechado por causa de um incêndio que destruiu parte do local e precisou de restauração durante esse período. Um dos últimos reparos registrados foi em 1998.  Depois de reformas e reparações, o Mercado de São José abrange, hoje, 3.541 metros quadrados. São 377 compartimentos de produtos divididos em dois pavilhões e distribuídos ao longo de 34 barracas internas para alimentos e mais 70 no entorno da calçada externa.   Com mais de um século de existência, o Mercado São José foi reconhecido e tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).    Evolução do comércio no Mercado de São José O pequeno comércio que antigamente vendia bananas, laranjas e raízes, agora se impõe como centralizador de produtos de artesanato, diversificando a confecção com materiais de couro, tecido, barro, palha e corda. Salvo trabalhos manuais, o lugar também chama atenção pela grande movimentação de venda de peixes como corvina, atum, cioba, albacora, agulhão e tainha.  Os crustáceos também tem vez no Mercado São José, ofertando camarões de vários tipos e com preços acessíveis. Carnes e cereais diversos também são encontrados à venda. Ao todo, mais de uma tonelada de produtos alimentícios são vendidos por semana.     Revitalização e qualidade de trabalho O Mercado São José abraça centenas de trabalhadores informais anualmente e um dos assuntos que mais entram em pauta entre eles é a falta de segurança, organização e limpeza do espaço público. Não é novidade que o furto de mercadorias no local acontece de forma corriqueira, um problema que afeta diretamente o bolso do trabalhador. Outro ponto a ser melhorado é a revitalização das ruas e calçadas do entorno, deixando de ser somente uma questão de estética para atingir a necessidade de quem utiliza o espaço para a locomoção e trabalho. Não deixe de conhecer o Mercado de São José e outros locais importantes da história de Pernambuco. A Casa da Cultura, no centro do Recife, também é uma ótima opção para conhecer a tradição do estado.    Serviço: Mercado de São José Praça Dom Vital, bairro de São José Segunda à sábado: 06h às 18h Domingo: 6h às 12h