Última atualização: 05 novembro 2020 - 12:34

Informações

Local Aberto

Segunda - Sexta: 09:00-17:00h
Sábados: 09:00-14:30h

Rua das Calçadas, 122 - São José, Recife - PE, Brasil

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  • Museus e Galerias

    Dia do Nordestino: 3 lugares para visitar no centro

    Hoje, 08 de Outubro, é comemorado o Dia do Nordestino. A região mais arretada do país possui 9 estados cheios de riqueza e diversidade cultural, linguística e gastronômica. Para comemorar, nada melhor que visitar alguns lugares que trazem características da nossa região, não é mesmo? Separamos alguns pontos especiais no centro do Recife para você se programar e visitar com a família.   Mercado de São José Poucos lugares reúnem tantos elementos nordestinos como o Mercado de São José, um dos mais tradicionais da nossa cidade. Além da variedade de ingredientes e comidas típicas, o local tem uma infinidade de peças de roupas, artesanato, decoração e outros objetos que trazem a cultura nordestina em cada detalhe. Endereço: Praça Dom Vital - São José   Centro Cultural Cais do Sertão O Centro Cultural Cais do Sertão é um museu interativo que promove exposições temporárias e possui um rico acervo disponível para pesquisadores. O espaço é dedicado à cultura sertaneja da região Nordeste e oferece diversas experiências sensoriais aos seus visitantes. Além disso, sua edificação possui detalhes que evidenciam a união do litoral com o sertão. Endereço: Av. Alfredo Lisboa, s/n, armazém 10 - Bairro do Recife   Casa da Cultura A Casa da Cultura é referência na comercialização de produtos de artesanato com uma produção que vem de diversas cidades e municípios do estado. São peças em barro, cerâmica; bordados em geral para cama, mesa e banho; confecções de renda; xilogravuras; esculturas religiosas; bonecas de pano, além de redes, camisetas, sandálias e quadros de diversos artistas talentosos de Pernambuco e até de estados vizinhos. Produtos que exaltam a cultura nordestina e mostram toda a nossa riqueza local.   Endereço: R. Floriano Peixoto, s/n - São José  

  • Compras em atacado no centro do Recife: saiba o que vale a pena

    Sendo recifense ou turista, basta uma caminhada pelo centro da cidade para perceber que a maioria das pessoas carregam consigo sacolas e mercadorias em um fluxo constante. Os frequentadores mais assíduos devem conhecer o emaranhado de ruas como a palma da mão, mas há, também, quem se perca e não saiba andar pelas ruas estreitas sozinho.  Quando o assunto é fazer compras em atacado e ir direto na fonte dos “achados”, toda informação prévia é válida. O comércio atacadista é um dos mais indicados em termos de custo benefício.  Pensando nisso, fizemos um guia sobre os artigos mais procurados pelo público e onde é mais provável encontrar cada um deles. Assim você não se perde, garante a independência e ainda economiza. Confira! Tecido O tecido faz parte do grupo de produtos mais procurado no centro do Recife. Garantindo opções variadas, o interesse nas peças também vem de diferentes tipos de empreendedores.  Os fabricantes de móveis e cabeceiras de cama, por exemplo, optam pelo suede, chenille e linho na hora de comprar em atacado. Já as costureiras, principalmente as que produzem cortinas, edredons e roupas de cama, escolhem além do linho, a seda, voil e blackout.  Nesse nicho, as mesmas empreendedoras também costumam adquirir materiais complementares como varão, suportes, ilhoses e trilhos. Bijuteria A bijuteria é outro exemplo bem flexível de opções. O comércio desse tipo de item é encontrado principalmente em formato de “atacarejo”, ou seja, é possível comprar em atacado ou peças únicas de anéis, colares, brincos, pulseiras e outros acessórios. Em paralelo à variação de produtos, o comércio de bijuteria também pode abraçar vários formatos, sendo interessante para quem costuma revender online em sites próprios, autônomos e varejistas.  Como as peças costumam ser pequenas, a facilidade de transporte também se faz presente, capacitando o abastecimento de estoque em momentos importantes como a Black Friday.  É fácil encontrar, nos mesmos fornecedores de atacado, pingentes, correntes, metais, bases de fundição, pedras naturais e outros materiais de confecção manual.  Artigos para Festa O setor de papelaria é a fonte mais solicitada em termos de artigos para festa. Quando falamos de compras em atacado, as opções aumentam significativamente. Balões, velas, pratos e copos de plástico, caixas de acrílico, formas, além de cartolinas e todos os tipos de papéis, desde o crepom até o vegetal, são alguns dos produtos mais procurados. Decoração O interesse por elementos de decoração vem crescendo progressivamente nos últimos anos. É comum a procura por inspirações na internet e o desejo de sair pelo centro da cidade em busca de referências. Nas vidraçarias e gráficas, por exemplo, os quadros são bastante procurados e se consolidaram como um nicho bem definido.  Cestos, jarros de planta, luminárias, prataria, espelhos e centros de mesa são algumas das possibilidades nas compras em atacado. Não esquecer dos produtos mais populares do segmento de utilitários, como porta temperos, utensílios de cozinha e banheiro, além de canecas, copos e taças, que não necessariamente são artigos de decor, mas que compõem o ambiente e estão sendo mais usados para fins de adorno.  Onde fazer compras em atacado no centro do Recife Como vimos, opções de compras em atacado é o que não falta no centro do Recife. Mas se a quantidade de produtos é grande, a variação de ruas onde encontrar esses artigos também não são poucas. Uma viela leva a outra e é natural ouvirmos a seguinte frase: “não sei o nome da rua, só sei indo”.  Por isso, também destacamos a seguir os principais pontos de acesso. Dessa forma você não esquece o nome das ruas e não precisa ir com aquele amigo que sabe tudo. Lembramos que cada endereço possui uma infinidade de produtos em atacado e que pedir informação aos comerciantes locais pode poupar muito tempo. Leia: O Mercado São José, próximo ao Cais de Santa Rita, por si só já vale uma visita. O lugar comercializa de tudo um pouco: artesanato, crustáceos, peixes, carnes e muito mais. Ao seu lado está a praça Dom Vital, onde fica a Basílica de Nossa Senhora da Penha. Estando com o corpo voltado para a frente da Basílica, a rua do lado direito é chamada de Rua das Calçadas, nela é possível encontrar opções de decoração e artigos para festas em geral. No sentido contrário há, ainda, a Rua da Penha, um “achado” para quem procura tecidos diversos.   Outra alternativa de rápido acesso é a Rua Direita, localizada paralelamente à Rua das Calçadas. Ela reserva mais variedades para aqueles que buscam por estampas de tecido.  A Rua Santa Rita, próximo ao Cais de mesmo nome, também é uma boa pedida na procura de todos os produtos citados aqui. Não tem erro, ela começa no 16º Batalhão da Polícia Militar e se estende até o Mercado São José, mas sua mobilidade é reduzida. Metade do caminho pode ser feito de carro, mas para chegar ao final é preciso continuar a pé.  Agora que temos a lista dos lugares e dos itens, ficou mais fácil encontrar o que procura, certo? Não tem segredo, basta saber o nome das ruas e prestar atenção nas rotas indicadas pelos comerciantes locais.  Para mais dicas sobre o centro da cidade, confira as outras publicações do Recife Centro.  

  • Turismo

    Museu do Trem: lar das memórias ferroviárias do Recife

    Turistas e moradores do Recife possuem várias formas de saber mais sobre a história da capital pernambucana, uma das mais legais e acessíveis são os museus. São tantos espalhados pelo estado que fica impossível visitar todos em um único dia. Mesmo assim, esse tipo de passeio é um deleite para os amantes de história. O Museu do Trem, por exemplo, não pode faltar no seu roteiro de viagem. Lá podemos entender melhor sobre o uso do transporte ferroviário no centro do Recife, além de resgatar o período da Revolução Industrial em Pernambuco e a tecnologia que foi surgindo com o passar dos anos. Demais, não é? Então vamos saber mais sobre o lugar antes de programar a visitação? Confira:   Origem Acredite se quiser - é para acreditar de verdade -, mas a estação que abriga o Museu do Trem, chamada Estação Central Capiba, foi aberta pela primeira vez em 1888, mais de um século atrás. Desde então, foi desativada e inaugurada algumas vezes. Naquela época não existia ônibus, muito menos motoristas de aplicativo. Assim, a mobilidade da população acontecia de trem, tanto para os percursos longos (interiores e outros estados nordestinos), como para o subúrbio.  Em 1983, a estação foi fechada pela primeira vez para que as obras do metrô começassem. Foi aberta em 1985, nesta época o Museu do Trem já funcionava desde 1972 e acompanhou o fechamento da casa em todas as ocasiões citadas. O museu carrega o título de primeiro museu ferroviário do Brasil. Seguindo a linha do tempo, o lugar parou de funcionar mais uma vez, em 2009, tendo sua inauguração em 2014. A mais recente pausa na programação da estação e do museu foi em novembro de 2020 para renovar alguns elementos físicos, como pintura das paredes, substituição de telhas quebradas e alguns pequenos reparos. A reabertura aconteceu em janeiro de 2021.   Estrutura Depois das diversas requalificações, estação e museu são hoje uma ótima opção de lazer para o público. O ambiente é extenso e nas últimas reformas ganhou um elevador para os visitantes transitarem entre os andares. Um diferencial importante é a existência de um guarda-volume que não é cobrado nenhum valor para uso. Na entrada, um vídeo explicativo sobre a história do museu e da estação é exibido para os que chegam. O local é climatizado e a iluminação abrange todo o ambiente. A segurança também é importante, por isso foi colocado câmeras, extintor de incêndio. Salas com equipamento multimídia também estão presentes no museu, além de cenografia e sinalização em dois idiomas.  Falando em equipamentos multimídia, o museu reserva uma sala intitulada de O Túnel. Nela, os mais desatentos podem ser surpreendidos com a imagem em 3D de um trem saindo do túnel em alta velocidade, na direção dos visitantes.  Já do lado de fora, máquinas do início do século XX são expostas e estão em ótima qualidade de conservação. Entre os veículos em exibição está um trem com capacidade de puxar 70 vagões, carroças e locomotivas a vapor, bem parecidas com o que vemos nos filmes antigos.   Patrono, Exposição e Curadoria O sociólogo, escritor e jornalista Gilberto Freyre se tornou patrono na inauguração do Museu do Trem. Atualmente, a casa apresenta a exposição “Chegada e Partida: A Memória do Trem em Pernambuco”, com curadoria do museólogo Aluízio Câmara. O projeto conta a história da ferroviária em Pernambuco e transporta os visitantes direto para a Revolução Industrial da época, desde lembranças sensoriais, como os sons de apito, sinos e outras coisas do passado, até as inovações tecnológicas que foram surgindo com o passar dos anos. O Museu do Trem possibilita fazer uma viagem ao passado tanto no térreo como em seu primeiro andar. No total existem aproximadamente 500 peças antigas de uma realidade que já não existe mais. Cadeiras, carimbos, sinalizadores, bilheterias e fotografias são algumas das relíquias do lugar.   Visitação e Endereço O Museu do Trem fica dentro da Estação Central Capiba, na rua Floriano Peixoto, s/n, bairro de São José, centro do Recife. As visitações acontecem de terça a sexta-feira, das 10h às 16h. Nos sábados e domingos, das 10h às 14h. A entrada é gratuita. O telefone para contato é (81) 3184.3197 ou 3184-3198.